A pesca da tainha em Santa Catarina rendeu tanto que precisou ser encerrada com um mês de antecedência.

Isso porque o limite de 1,2 mil toneladas de pesca, estipulado pelo Ministério do Meio Ambiente, foi atingido. Portanto, a pesca artesanal encerrou no dia 29 de junho. A pesca artesanal encerrou um dia antes, no dia 28.

A pesca artesanal da tainha é considerado um patrimônio histórico da região, afinal, foi a responsável por toda a sua história de crescimento econômico. Não por acaso, em Itajaí é realizada anualmente a Festa da Tainha, onde é explorada a gastronomia com o peixe.

Pesca da tainha em números

Em 2017, apenas 17 barcos industriais tiveram autorização para executar a atividade. Mas, em 2018, um total de 50 barcos receberam a autorização. Somente na pesca artesanal, que trabalha com a chamada pesca de emalhe anilhada, foram autorizadas 130 embarcações.

O estabelecimento de cotas e datas corretas para a pesca visa garantir a preservação da espécie. Os números oficiais de quantas tainhas foram pescadas por região ainda não foram divulgadas pelos órgãos oficiais.

A pesca figura como importante atividade econômica de Itajaí. Para saber mais sobre o assunto, veja nosso post: Pesca em Santa Catarina une Cultura e Variedades

A tainha como atração

A tainha é um peixe bastante famoso no litoral de Santa Catarina. Durante a pesca, centenas de turistas tomam o litoral para ver os cardumes de tainhas sendo retirados pelos pescadores. O cenário atrai olhares e flashes de visitantes que se encantam com a quantidade de peixe retirada do mar, especialmente na primeira pesca da temporada.

Em Itajaí, a Festa da Tainha é um evento já tradicional com objetivo de celebrar os resultados da pesca e apresentar a culinária repleta de opções gastronômicas. Neste ano, a atração trouxe mais de 25 mil pessoas para a cidade e distribuiu gratuitamente dez toneladas de tainha.

Durante o evento, também foi escolhida a melhor receita baseada na tainha. O hambúrguer de tainha, servido pelo Instituto Federal Catarinense – IFC, foi o vencedor devido ao grande sucesso que fez. A tainha ao bambu, de autoria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, ficou em segundo lugar, seguida pelo pastel de tainha elaborado pela secretaria de urbanismo.

A diversidade com quem a tainha é explorada tem como objetivo valorizar o peixe responsável pelo crescimento econômico da região.

Itajaí, em especial, é privilegiada em sua geografia pela confluência entre o rio e o mar. Essa característica privilegia a produção pesqueira, inclusive da tainha, além de proporcionar belas paisagens.

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